Modernização de portas e resgate automático

Por Roberto Saggiomo



A troca do quadro de comando por quadros com inversor de frequência, além de dar segurança ao equipamento, também traz benefícios para os usuários com a partida e parada suave, sem tranco ou degraus entre o piso do andar e a soleira da cabina do elevador e a possibilidade de novas tecnologias que podem ser embarcadas, como falaremos abaixo.

Responsável em média por 7% dos gastos de um condomínio, após passar por modernização, o elevador pode poupar de 35% a 40% de gasto com energia elétrica, levando ainda a economia do prédio em redução das manutenções corretivas, permanecendo apenas as preventivas obrigatórias por lei. Além de prevenir problemas, a modernização do elevador aperfeiçoa o desempenho, aumenta o conforto e a segurança dos usuários e reduz as paradas para manutenção.

A ABNT prevê algumas normas que regulamentam o mercado de elevadores, que devem ser obedecidas para uma boa prática operacional, sendo de exclusiva responsabilidade da empresa de manutenção em conjunto com o síndico a observância deste atendimento às regulações da ABNT, bem como normas da prefeitura local.

Hoje, contamos com a possibilidade de troca de portas eixo vertical por portas automáticas, uma simples operação que levanta o sarrafo da segurança dos equipamentos, evitando que falhas de trinco ou outros problemas de usuários causem acidentes com queda de usuários no poço. Outro item muito importante é o resgate automático, que deveria estar como obrigatoriedade nos elevadores, evitando desgastes emocionais nos usuários e no tempo de atendimento de chamados de passageiros presos.

Para implementação destas tecnologias, insisto: deve haver uma legislação dando subsídios por meio de não incidência de impostos por parte dos governos nas partes e peças que serão empregadas na reforma dos equipamentos velhos (quadros a rele, portas e resgate automático - por exemplo) que geram muitos problemas de manutenção por parada do equipamento por defeitos no equipamento antigo. O principal para a sociedade seria o ganho com segurança, e para as empresas, com a qualidade do atendimento e sua imagem perante os clientes.

Prospecção de Clientes: Como conseguir uma primeira visita por telefone com a carteira de inativos

Sua equipe de prospectadores está preparada para conseguir agendar uma primeira reunião por telefone? Leia as dicas que a gente traz para você no artigo a seguir e descubra. Mesmo com o advento tecnológico e a utilização das mídias digitais em favor da prospecção corporativa, há quem não abra mão dos métodos mais tradicionais como o telefone e a visita, por exemplo. Você pode inclusive utilizar todos esses meios ao mesmo tempo, mas precisa saber que cada um tem suas especificidades.

Independente do meio pelo qual se faça, o primeiro contato com o prospect, se bem planejado estrategicamente, pode garantir uma boa oportunidade de negócio. Porém, para que isso aconteça é preciso que a equipe responsável pela prospecção de clientes em sua empresa esteja preparada para tal. No post de hoje vamos abordar os métodos tradicionais, trazendo um artigo escrito pelo especialista em vendas, Renato Romeo, que traz algumas dicas para que se consiga agendar uma primeira visita pelo telefone. Confira!

“Diante da grande quantidade de discussões abordando a questão de prospecção de novos clientes, resolvi compartilhar algumas orientações básicas sobre como conseguir uma primeira visita por telefone com os leitores de meu blog:

Planeje antes de atacar: busque o máximo de informações possíveis sobre a empresa, identificando a pessoa correta e as principais necessidades potenciais que eles possam estar vivenciando. Use a internet, contatos, jornais e o que mais estiver ao seu alcance para isso.

Mire alto: não adianta tentar falar com o departamento de compras ou com o auxiliar do estagiário júnior recém contratado. Busque a alta-gerência e a diretoria.

Criar atenção e interesse: o objetivo de sua ligação não é pedir uma reunião – quem deve fazer isso é o seu alvo! Lembre-se de que quem tem poder gosta de exercê-lo. Suas palavras devem criar o interesse necessário para que ele sinta desejo de conversar pessoalmente com você, reservando um espaço na agenda dele.

Prepare o que você for falar: você deverá referenciar a sua experiência com o cargo e a indústria de quem você estará ligando. Quais necessidades ele costuma enfrentar? Por que o telefonema tem alta prioridade para aquela pessoa? O que ele ganha com isso? Lembre-se de que, normalmente, você terá uns 20 segundos de atenção.

5. Não tenha medo da rejeição: Se o que você disser criar atenção e interesse, você conseguiu seu objetivo, caso contrário, parta para a próxima. Lembre-se que em vendas a rejeição não é pessoal. Mesmo porque, esta pessoa não te conhece o suficiente. Mantenha seu moral alto que o seu desempenho também se elevará.”

Note que cada pessoa tem seu próprio conjunto de palavras e que a forma com a qual falamos é muitas vezes diferente da que escrevemos. A atenção maior deve ser na sonoridade do que você fala, se parece ser algo natural e se dá para falar em 20 segundos. Treine antes de ligar para o potencial cliente e nunca, mas nunca mesmo, treine com o cliente. Chame o colega, o chefe, a mãe, mas só ligue para o cliente quando a fala estiver natural. Não é para parecer fala de telemarketing!

Note também que você não deve oferecer nada – não fale de seu produto, serviço ou solução –, mas apenas dizer que conseguiu trazer resultados para outras pessoas ou empresas que trabalham no mesmo setor dela. O poder de uma referência é causar atenção e interesse nesta pessoa para a qual você ligou, provocando no mínimo uma reunião pessoal.

Agora, é óbvio que isto é um jogo matemático, pois não irá funcionar sempre. A ideia é adotar um processo de prospecção reservando um tempo para isto de forma sistemática. Por exemplo, 10% do tempo da semana – dá meio-período. Tente umas 100 vezes e veja a sua eficácia. Mantenha registros disto.

Mais tarde você poderá traçar metas especificas baseadas em sua eficácia pessoal. Digamos que sua eficácia seja de 2%, ou seja, de cem ligações você marca duas reuniões. Se precisar marcar cinco reuniões para alimentar sua linha de produção de negócios, já saberá que deverá fazer 250 ligações ou melhorar algo na sua abordagem, como a venda das portas automáticas e dos resgates automáticos, uma necessidade que deve ser discutida e incutida na operação do elevador como sendo de suma importância.

Boas vendas!


SOBRE O AUTOR

Roberto Saggiomo começou a trabalhar com 14 anos na Telesp. Com 18 anos, foi para o Otis e hoje aos 45, ainda atua no mercado de elevadores. Especializado em marketing, com cursos na ESPM e FGV e sempre se atualizando em cursos, conhece a parte técnica e comercial. Já atuou também nas áreas de manutenção, modernização e vendas novas. Hoje é proprietário da Criart Prime Elevadores Ltda, que atua no segmento de modernizações na capital de São Paulo.

0 visualização

SINDICATOS

© 2018 por Revista Elevador Brasil